Embora o termo “nuclear” comumente nos remeta a tragédias, como as bombas de Hiroshima e Nagasaki, que fizeram parte da terrível História da 2ª Guerra Mundial e a acidentes como o de Chernobyl, na Ucrânia, quando uma explosão em um reator matou pelo menos 30 mil pessoas, a medicina nuclear tem avançado e se mostrado cada vez mais importante no tratamento e diagnóstico de doenças. Para alguns tipos de diagnóstico, a medicina nuclear é mais eficiente do que a radiologia convencional, pois revela dados sobre a anatomia e a função dos órgãos, enquanto a radiologia tradicional mostra apenas a estrutura anatômica dos órgãos. Dessa forma, o profissional da medicina pode identificar as doenças e monitorar a sua progressão.
Um radioisótopo muito utilizado na medicina nuclear é o tecnécio-99, sendo utilizado para mapeamento renal, cerebral, pulmonar, entre outras aplicações, em função de uma série de características físicas do radionuclídeo e pela praticidade dos radiofármacos serem preparados no local de uso. Ele pode ser obtido a partir do 99Mo que surge a partir da fissão nuclear do urânio. Sua importância para a medicina está no fato de que o decaimento do molibdênio-99 dá origem ao tecnécio-99m, elemento radioativo que por meio da emissão gama possibilita a obtenção de imagens de diversos órgãos em exames diagnósticos.
Considerando os esquemas que descrevem reações que envolvem o 99mTc (metaestável), podemos concluir corretamente que