Entre os negros dos Palmares o capitão holandês Blaer encontrou tanta “roça abundante”, tanto milho, tanta touceira de banana – além da cana-de-açúcar, do feijão, da mandioca e das muitas palmeiras –, que a paisagem contrastava com a dos engenhos: só canavial e resto de mata.
(Gilberto Freyre [“Nordeste”, 1951] apud Carlos Guilherme Mota e Adriana López. História do Brasil, 2008.)
A visão do Quilombo de Palmares oferecida pelo texto revela