Esse modelo emerge como exemplo que agrega benefícios tanto ao agricultor quanto ao meio ambiente. Na prática, trata-se de um conjunto de técnicas que reúne agricultura e preservação ou recomposição ecológica e que se vale da dinâmica de sucessão de espécies da flora nativa para trazer aquelas que agregam benefícios ao terreno, além de mais produtos a quem cultiva. Na região amazônica, a expansão desse modelo tem ocorrido em diferentes pontos dos estados que a compõem e se mostrado uma alternativa rentável – a ponto de projetos implementados no pequeno município de Tomé-Açu por imigrantes japoneses, na primeira metade do século passado, por exemplo, terem sido adotados por agricultores também de outras regiões do Brasil nas últimas décadas.
(www.uol.com.br, 01.09.2020. Adaptado.)
Pautado na atenção aos ciclos naturais para a realização dos cultivos, o modelo tratado no excerto refere-se