Estupro. A palavra é forte. O crime, bárbaro. Pior, a violência sexual é um medo pelo qual praticamente toda mulher já passou em algum momento da sua vida. E esse temor pode morar em situações corriqueiras, como ao entrar no ônibus à noite sozinha ou andar por uma rua mal iluminada e sem companhia. Neste ano, casos de estupro recolocaram esse tipo de violência na pauta. O assunto voltou com força nas redes sociais e fora delas, como o caso de uma adolescente de 16 anos, violentada por um grupo (talvez mais de um grupo) de homens no Rio de Janeiro, e teve vídeos da agressão disponibilizados na internet. No Piauí, outra adolescente, de 17 anos, foi violentada por quatro menores e um homem de 18 anos. Espanta, nos dois casos, a reação de “normalidade”, de “naturalidade” com que os agressores trataram seus crimes. Diante da perplexidade de todos, os movimentos feministas e pelos direitos humanos passaram a fazer campanhas contra a “cultura do estupro”.
Com relação a esse crime hediondo e aos obstáculos encontrados pela sociedade na tentativa de reduzir a sua incidência, assinale abaixo a afirmativa INCORRETA: