“[...] eu não condeno (antes louvo muito) o costume que praticam alguns senhores neste Brasil, os quais achando grande dificuldade em dar o sustento aos escravos, que os servem das portas a fora nas lavouras dos Engenhos, lhes dão em cada semana um dia, em que possam plantar e fazer seus mantimentos, com os quais os que se não dão à preguiça têm com que passar a vida.”
Jorge Benci. Economia cristã dos senhores no governo dos escravos. São Paulo: Editorial Grijalbo, 1977. p. 58.
A análise do texto anterior permite afirmar que o: