“Eu sou Charlie”, era a frase que estampava os cartazes das vigílias pela morte de doze pessoas em um atentado terrorista ao jornal Charlie Hebdo, em Paris, na quarta-feira 7 [janeiro]. Os cidadãos da capital francesa, de Nova Iorque e de várias cidades do mundo que saíram à rua para protestar consideraram o ataque a cartunistas e a outros integrantes da equipe da publicação uma afronta à liberdade de expressão.
(TEIXEIRA; CARNEIRO,2015, p. 57).
O debate sobre o confronto entre a liberdade de expressão e a reação terrorista remete às origens dos conceitos de liberdade e de liberdade de expressão presentes
(TEIXEIRA; CARNEIRO,2015, p. 57).
O debate sobre o confronto entre a liberdade de expressão e a reação terrorista remete às origens dos conceitos de liberdade e de liberdade de expressão presentes
O debate sobre o confronto entre a liberdade de expressão e a reação terrorista remete às origens dos conceitos de liberdade e de liberdade de expressão presentes