Examine o seguinte poema de Mario Quintana.
Um poema como um gole d’água bebido no escuro.
Como um pobre animal palpitando ferido.
Como pequenina moeda de prata perdida para sempre na floresta noturna.
Um poema sem outra angústia que a sua misteriosa condição de poema.
Triste.
Solitário.
Único.
Ferido de mortal beleza.
QUINTANA, Mário. Os melhores poemas de Mario Quintana. 16. ed. São Paulo: Global, 2003. p. 20.
Sobre esse poema, é CORRETO afirmar que