Examine o texto a seguir:
O homem do século XXI é um homem das cidades. E cidades que, no mundo todo, se mostram cada vez mais caóticas, inospitaleiras, “monstruosas”. Mas, ao mesmo tempo, a cidade industrial do capitalismo de produção tende a ceder a vez à cidade-lazer, à cidade das compras que passagens e lojas de departamentos forneceram, no século XIX, o modelo inaugural. Desde então, a lógica exponencial do espetáculo, do divertimento e do consumo comercial não para de ganhar terreno... Mais do que nunca, o mundo hipermoderno é o da estética mercantil e do comércio consumista, que invade e reestrutura o espaço urbano e arquitetônico.
Fonte: Lipovetsky e Serroy, A Estetização do Mundo, 2015. Adaptado.
Os autores associam o novo modelo de cidades industriais do capitalismo de produção ao mundo hipermoderno, cujas características são determinadas por vários fatores, tendo como objetivos os citados abaixo, EXCETO: