Feira de Santana, no início do século XVIII, era uma fazenda e pertencia à comarca de Cachoeira. O comércio de gado era a atividade mais importante, embora contasse também com atividades agrícolas. Já no início do século XIX, era considerada o maior arraial da Paróquia de São José das Itapororocas e uma das três principais feiras da Província. Destacando-se dos demais arraiais pelo seu desenvolvimento econômico, em 1873 a vila foi elevada à categoria de Cidade Comercial de Feira de Santana. (SILVA, 2010, p. 149).
O texto, ao retratar Feira de Santana, faz referência a três categorias da administração territorial brasileira no século XIX, relacionadas à autonomia local: o arraial, a vila e a cidade.
Das três categorias, a que exigia a reunião de maior número de condições para alcançar a autonomia era a de