Foi aí que o tiro estrondou, pegou de lado, varou o coração e saiu a bala pela teta direita, diz adiante o corpo de delito da mesma publicação. O Sargento-mor tonteou, quis caminhar pra frente, abriu os braços, fraquejou as pernas e tombou de lado numa golfada de sangue.
CORALINA, Cora. Correio oficial de Goiás. In: Estórias da casa velha da ponte. 13. ed. São Paulo: Global, 2006. p. 75.
Considerando-se o enredo de “Correio oficial Goiás”, breve narrativa da qual o trecho foi extraído, e o quadro de Goya, que representa o fuzilamento de cidadãos espanhóis contrários à ocupação de seu país pelas tropas napoleônicas, verifica-se que,