Foi na segunda metade do século XVIII que apareceu no Brasil, como aconteceu nas colônias inglesas e espanholas do Novo Mundo, um senso mais agudo e mais generalizado de identidade individual no seio de alguns setores da oligarquia colonial de brancos nascidos em solo americano, que no Brasil era constituída em especial de senhores de engenho, de barões do gado e de outros “poderosos da terra” e, numa dimensão menor, de donos de minas, comerciantes, juízes e burocratas.
(Leslie Bethell. “A Independência do Brasil”. In: Leslie Bethell (org). História da América Latina, 2004. Adaptado.)
A experiência a que se refere o historiador, nesse excerto, corresponde