Foi o historiador liberal inglês Barraclough quem levantou, sobre a Revolução Cubana, a questão que pode servir de ponto de referência nos estudos sobre o tema: “Quais são as perspectivas de uma apreciação realista da revolução de Castro, em Cuba, se a considerarmos, unicamente, como manifestação do ‘comunismo internacional’ e não a relacionarmos com os movimentos paralelos em outras regiões do mundo subdesenvolvido, ou com a longa e intricada história das relações entre os EUA e Cuba desde 1901?”.
(Carlos Guilherme Mota. História Moderna e Contemporânea, 1986.)
Acerca do ponto de vista do historiador inglês, é correto afirmar que o processo revolucionário cubano