Foram descobertas, nos Estados Unidos, bactérias estranhíssimas que se alimentam, basicamente, de água e de pedras. Elas vivem em rochas profundas que armazenam água no interior de formações basálticas perto do rio Colúmbia. Essas bactérias conseguem energia da seguinte forma: ocorre, nas profundezas das rochas, uma reação química espontânea entre os silicatos de basalto e a água, havendo liberação de hidrogênio. As bactérias usam esse hidrogênio, combinam-no com o CO2 dissolvido na água e fabricam metano. Essa reação libera energia que as bactérias, então, utilizam para produzir alimento orgânico.
Todd Stevens e Jum Mc Kinley cultivaram essas bactérias, fornecendo-lhes apenas água e rochas moídas. A maioria das culturas sobreviveu com a dieta; no entanto, verificou-se que algumas espécies requeriam matéria orgânica. Isso faz suspeitar que existem verdadeiros ecossistemas subterrâneos.
Uma consideração que pode ser feita em relação a aspectos morfofisiológicos das células bacterianas é a de que