(...) foram prestadas as homenagens ao conde; o que foi cumprido segundo as formas determinadas para prestação de fé e de fidelidade, segundo a ordem seguinte. Em primeiro lugar, eles fizeram homenagens assim: o conde perguntou ao vassalo se queria tornar-se seu homem sem reserva, e este respondeu: - “queroo”, - depois com as mãos apertadas entre as do conde, aliaram-se por um beijo. Em segundo lugar, aquele que tinha feito homenagem empenhou a sua fé (...) e, em terceiro lugar, ele jurou isso sobre as relíquias dos santos (...)
Fonte: Gilberto de Bruges, “História da morte de Carlos, o bom”, in FREITAS, Gustavo de. 900 Textos e Documentos de História, vol. 4521, Lisboa, Plátano
O cerimonial acima descrito: