FREUD MUDOU a maneira de pensar sobre nós mesmos. Fosse religioso, sua tumba seria objeto de peregrinação, seus ossos miraculosos, exibidos em um altar. A adoração de muitos psicanalistas por Freud é semelhante à de um fiel a Santa Terezinha. Repetem suas palavras, como mantras. Mas não tenho nada a ver com isso. A não ser que me trate como algum deles. Freud é o fundador da psicanálise, o primeiro a trazer o inconsciente para a ordem do dia. É profundo, instigador. Mas o jargão psicanalítico entrou no cotidiano das pessoas. (...)
(Walcyr Carrasco – Veja – 24.3.2011)
Na elaboração do 2º período, o autor faz uso do recurso da elipse de dois elementos, que são: