Fugindo à luta de classes, a nossa organização sindical tem sido um instrumento de harmonia e de cooperação entre o capital e o trabalho. Não se limitou a um sindicalismo puramente “operário”, que conduziria certamente à luta contra o “patrão”, como aconteceu com outros povos.
Fonte: FALCÃO, W. Cartas Sindicais. In: Boletim do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio. Rio de Janeiro, 10(86), set. 1941. (adaptado)
De acordo com o texto, o movimento sindical no Estado Novo: