Há alguns anos, teve repercussão internacional a morte de 61 pessoas que se submetiam a sessões de hemodiálise no Instituto de Doenças Renais de Caruaru (PE). Pouco depois ficaria comprovado que as vítimas haviam sido contaminadas por uma toxina liberada por cianobactérias na água que abastecia e havia sido usada durante aquele procedimento terapêutico.
A contaminação descrita pode ser interpretada como consequência de um desequilíbrio no reservatório que se manifestou como