Casos extremos, no processo de escalada da chamada onda vermelha, na América Latina, são os dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, do Brasil, Michelle Bachelet, do Chile, Tabaré Vászquez, do Uruguai, e Cristina Kirchner, da Argentina, que, oriundos de partidos e movimentos sociais vinculados à ultraesquerda de seus países, assumem posições radicais contrárias às doutrinas neoliberais, de confronto com os Estados Unidos e de estreita aproximação com o regime comunista de Cuba.