“Há cerca de dez anos, são visíveis os sinais de que as difíceis relações históricas entre os Estados Unidos e Cuba tendem a se alterar, no caminho de uma maior distensão e cooperação entre os dois países do continente americano. A cedência provisória do poder por parte de Fidel Castro a seu irmão, Raul, e a posterior renúncia à Presidência, após quase meio século na direção do país; a eliminação de restrições de viagens e transferência de dinheiro dos EUA para Cuba, anunciada por Barack Obama, e o recente anúncio da retomada de relações diplomáticas entre os dois países sinalizam para este novo quadro político de colaboração mútua”. (História em Foco, ano 2, n. 4, 2015).
Quanto aos interesses dos Estados Unidos em Cuba, é correto dizer que eles se manifestam, pela primeira vez,