Há em Machado de Assis uma acentuada tendência para o aforismo acabado, para o adágio ou máxima – com características proverbiais [...]. Ele é um escritor sentencioso a quem arrepia a prolixidade. Admira a frase concisa e penetrante [...]. Essa preocupação caracteriza-o como um ironista, isto é, um escritor voltado para a ironia como meio de investigação ética. Suas sentenças, com qualquer frase desse tipo, banalizam-se um pouco quando isoladas do contexto. Mas não tanto que não possam ser admiradas separadamente.
(TEIXEIRA, Ivan, Apresentação de Machado de Assis, p. 63).
Assinale a alternativa que não configura um desses provérbios elaborados por Machado de Assis: