Há pouco mais de cem anos, uma das mais fervorosas defensoras do socialismo internacional era brutalmente executada, a mando de antigos camaradas do partido social-democrata. Dirigente política ainda no tempo em que as mulheres não podiam votar, Rosa Luxemburgo cofundou o partido comunista alemão, mas não poupou críticas à Revolução Russa. Ícone revolucionário de feministas, pacifistas ou marxistas, sobrevive a sua herança política e à repulsa perante o seu homicídio. (Adaptado)
Referência: MAIA, Vânia. O assassínio de Rosa de Luxemburgo: uma tragédia e uma farsa. In: https://visao.sapo.pt/atualidade/2019-01-15-oassassinio-de-rosa-luxemburgo-uma-tragedia-e-uma-farsa/
As principais características defendidas pelo pensamento da intelectual citada no texto foram