Há uma tendência mundial de crescimento nos incidentes de fraudes de alimentos. No Brasil, estudos publicados demonstram que há, por exemplo, em torno de 24% de troca de espécies em pescados. Apesar da existência de leis de proteção ao direito do consumidor, que exigem que a rotulagem dos alimentos deva estar de acordo com o item comercializado, não há leis que exijam o uso de ferramentas como os testes de DNA.
GUTIERRES, N. Autenticidade garantida. Revista Supervarejo, out. 2016, p.82-85. Adaptado.
Com base nos conhecimentos sobre o DNA e a expressão genética, pode-se afirmar: