Hermes da Fonseca tinha realismo para compreender que, na mecânica institucional, o Exército tinha uma missão, congenial ao regime. Essa posição deixará uma herança malograda, em 1922, e um herdeiro vitorioso, em 1930, desembocando no retorno do estamento, gerado na combinação econômica nascente, sempre patrimonialista na casca mercantilista.
(Raymundo Faoro. Os donos do poder: formação do patronato político brasileiro, 2012. Adaptado.)
A “herança malograda” e o “herdeiro vitorioso” mencionados no excerto são, respectivamente,