“Hoje, o ciclo de transmissão do vírus da chikungunya no Brasil ocorre em espaços urbanos, envolvendo o mosquito A. aegypti. Os nossos resultados indicam que os mosquitos silvestres (Haemagoggus sp) estudados apresentam as condições para que o vírus possa estabelecer um ciclo de transmissão silvestre nas Américas. Esse cenário apresentaria um grave problema de saúde pública, uma vez que a infecção se tornaria mais difícil de controlar”, afirma o entomologista Ricardo Lourenço de Oliveira, do Instituto Oswaldo Cruz.
Disponível em: https://portal.fiocruz.br/noticia/chikungunya-temalto-potencial-de-transmissao-silvestre-no-brasil-e-nasamericas. Acesso em: 18 set. 2019. Adaptado.
Nesse caso, o vírus da chikungunya estaria seguindo, epidemiologicamente, uma trajetória inversa ao do Flavivírus, que passou a ser transmitido, no Brasil, pelo Aedes aegypti até a década de 40 do século passado e cujos principais vetores naturais são mosquitos do gênero Haemagoggus, no ambiente silvestre brasileiro.
Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/ 0110historiafebre.pdf. Acesso em: 18 set. 2019. Adaptado.
Até os dias de hoje, as autoridades sanitárias preocupam-se com a potencial transmissão desse Flavivírus pelo A. aegypti, que poderia causar o retorno da seguinte enfermidade