Ignorado e desprezado durante o império, o barroco mineiro só veio a ser descoberto pelos modernistas, em especial após uma viagem de Mário de Andrade a Minas, em 1924. Daí decorreram os primeiros esforços de preservação desse acervo excepcional, com a criação do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1937.
(“Barroco”. In: VAINFAS, Ronaldo. Dicionário do Brasil Colonial, Rio de Janeiro: Objetiva, 2000. p. 70)
O texto associa o serviço criado e o descobrimento do acervo em questão a um movimento intelectual e artístico que se caracteriza pela: