A escassez de água e o avanço tecnológico tornaram a dessalinização cada vez mais viável. Mas para aproveitar a água do mar ou da água salobra, é preciso reduzir o gasto de energia usado no processo de osmose reversa, como o executado a 70Km ao norte de Telaviv, em Israel, por uma usina que produz 13 milhões de metros cúbicos de água dessalinizada por ano, para abastecer Haife, a 30 quilômetros. Atualmente, o custo de energia para produzir um metro cúbico de água gira em torno de oito quilowatts/hora, incluindo-se gastos com óleo diesel e com manutenção, mas pode ser reduzido à metade, ao se reaproveitar energia do processo. A inovação americana usa na osmose reversa membranas semipermeáveis ultrafinas de grafeno com poros do tamanho de alguns nanômetros, que tornam o consumo de energia mais econômico.
Levando-se em consideração alguns aspectos importantes do processo de osmose reversa na produção de água dessalinizada, a figura que ilustra esse processo de forma simplificada, a tabela de propriedades periódicas dos elementos químicos sódio e cloro e sabendose que 1 nanômetro corresponde a 1,0.10−9 metros, é correto afirmar: