De passagem pela Bahia, para lançar a obra O Comércio do Açúcar-Brasil, Portugal e Países Baixos, 1595-1630, o historiador visita o engenho Freguesia, em Candeias, Recôncavo Baiano, e destaca os impactos provocados pelos processos de comercialização no Brasil, sobretudo no Nordeste, nos estados de Pernambuco e da Bahia. O açúcar fez desaparecer a Mata Atlântica nas áreas colonizadas. Mesmo ao sustentar a relação do Brasil com Portugal e com a Holanda, o comércio do açúcar não era o elemento vital da disputa entre Nações pelo controle e acumulação de colônias, a prata era fundamental para os exércitos. Mesmo assim, o açúcar se manteve como principal produto. Outro aspecto da obra diz respeito às consequências do consumo exagerado da especiaria ao causar cáries e diabetes, doença pouco conhecida na época. Contraditoriamente, muita gente recomendava mascar cana-de-açúcar para limpar os dentes.
Considerando-se os fatos históricos mencionados no texto sobre a importância da comercialização da prata e do açúcar, no período de 1595-1630, e com base nas informações da tabela e nos conhecimentos de Química, é correto afirmar: