Desde os tempos mais antigos, o homem vem desenhando nas superfícies de diferentes materiais. Nessa atividade, tão intimamente ligada ao raciocínio, ele utilizou inicialmente as superfícies daqueles materiais que a natureza oferecia praticamente prontos para seu uso, tais como paredes rochosas, ossos e folhas de certas plantas. Acompanhando a evolução da inteligência humana, as representações gráficas foram se tornando cada vez mais complexas, passando a significar ideias. Esse processo evolutivo possibilitou o desenvolvimento de suportes mais adequados para essa finalidade, tais como tabletes de barro cozido, tecidos de fibras diversas, papiros, pergaminhos e, finalmente, papel. A maioria dos historiadores concorda em atribuir ao chinês Tsai Lun (105 d. C.), um dos ministros do Imperador Ho, a primazia de ter produzido papel pela primeira vez, a partir de redes de pesca e trapos, e mais tarde usando fibras vegetais. Tamanha foi a importância que o papel tomou na vida cotidiana do homem que o consumo por indivíduo passou a ser considerado como um dos índices de avaliação do padrão de vida de uma região. Atualmente, a celulose, cuja estrutura química encontra-se representada acima, é o principal componente do papel comum, como este que você está utilizando para fazer a sua prova.
Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Celulose>;<https://riannedissertation.wordpress.com/online-materials/history/>;<http://www.madeira.ufpr.br/ disciplinasklock/polpaepapel/manualpolpa2013.pdf>. Acesso em: 21 ago. 18. (Parcial e adaptado.)
Em relação à celulose, é correto afirmar que