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e → ondas eletromagnéticas (energia)
Na década de 80 do século XX, a desintegração de pósitrons,
e, encontrou uma aplicação prática de grande interesse social: o desenvolvimento de um aparelho para diagnósticos médicos denominado tomógrafo por emissão de pósitrons, PET. Para realizar um exame de tomografia, o paciente recebe uma injeção com um radioisótopo emissor de pósitrons, que faz parte de uma substância compatível com o órgão a ser estudado. Nessas condições, o radioisótopo emite pósitrons que ao colidir com elétrons,
e , formam ondas eletromagnéticas. O sistema do aparelho detecta as emissões emitidas e mapeia o órgão examinado. Como os pósitrons são emitidos por radionuclídeos de meia-vida muito curta, é necessário que o diagnóstico seja realizado em local próximo do reator produtor do radioisótopo. O Instituto de energia Nuclear, IEN, está produzindo flúor 18, cuja meia-vida é apenas de 1,8 horas, assim a utilização do isótopo no diagnóstico fica limitada à cidade do Rio de Janeiro.
Considerando-se o processo de tomografia por emissão de pósitrons, PET, é correto afirmar: