Engenheiros do Instituto Nacional de Ciência da Fusão (NIFS), no Japão, obtiveram uma corrente elétrica de 100 mil amperes, o que é, de longe, a mais alta já registrada até hoje.
Eles idealizaram uma nova técnica para montar fitas de materiais supercondutores de alta temperatura, feitas à base de ítrio. A equipe está trabalhando no desenvolvimento de uma bobina supercondutora para ser usada em reatores de fusão nuclear. O recorde foi batido com um cabo magnético perfeitamente condutor que impressiona pela pequena dimensão. O cabo supercondutor foi construído com 54 fitas à base de ítrio, cada fita medindo 10 milímetros (mm) de largura e 0,2 mm de espessura. O protótipo, mantido sob uma temperatura de 20 Kelvin conduziu uma corrente elétrica superior a 100 mil amperes. A densidade total de corrente superou os 40 A/mm², um valor que habilita o cabo supercondutor para utilização nos ímãs dos futuros reatores de fusão. Antes disso, porém, dizem os pesquisadores, o feito deverá ajudar a melhorar instrumentos médicos, que já usam ímãs supercondutores, e componentes para usinas geradoras de energia elétrica.
Disponível em: <http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=supercondutor-bate-recorde-mundial-correnteeletrica&
id=010115140905#.VAnw1k0gIU> Acesso em: 14/09/2014, às 17h51min (fins pedagógicos).
Essa descoberta acena com a possibilidade, de acordo com o texto, de termos futuramente corpos que apresentem