Inventores de baterias utilizadas em celulares, notebooks e carros elétricos, foram agora reconhecidos com o Nobel de Química/2019. A fabricação das baterias de íons de lítio começou durante a crise do petróleo na década de 1970, quando se começou a desenvolver uma bateria com um cátodo (polo positivo) feito de dissulfeto de titânio e o ânodo (polo negativo) de lítio metálico, mais tarde substituído por um óxido de metal em vez de um sulfeto de metal. Posteriormente, uniu o óxido de cobalto a íons de lítio intercalados, que poderiam produzir até quatro volts, avanço importante que levaria a baterias muito mais poderosas
Fonte- Redação Galileu, 09 out 2019. (adaptado)
Além de reconhecer o valor desse elemento químico para avanços tecnológicos, o referido íon também pode ser encontrado em alguns alimentos, com exceção do que está citado na alternativa: