[...] Muito antes de Cristo, a humanidade já alimentava uma relação transcendente com os mortos. Civilizações primitivas, entre elas os assírios e os egípcios, viam o corpo muito ligado à ideia de vida eterna. O cadáver era intocável e, por conta disso não se tem notícias de estudos anatômicos feitos por essas civilizações.
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Disponível em: http://revistagalileu.globo.com. Acesso em; 25 out. 2013 (fragmento)
A possibilidade de dissecação de cadáveres humanos contribuiu notadamente para o desenvolvimento e o estatuto da medicina como ciência. Isso foi possível em virtude da