Nas últimas décadas, a cidade de São Paulo cresceu dentro de uma lógica desordenada e gerou um perverso apartheid urbano. Os mais pobres foram expulsos dos bairros localizados junto à região central e empurrados para regiões cada vez mais distantes. Estima-se que algo como 2.500 bairros irregulares e 1600 favelas tomam conta da periferia, servindo de moradia para metade da população paulistana. Acabar com o cinturão de pobreza que cerca São Paulo é o grande desafio do futuro
SUPERINTERESSANTE. São Paulo, 31 de outubro de 2016. Adaptado.
Sobre a periferização da população da cidade de São Paulo, analise as afirmações a seguir.
I Um dos principais problemas da periferia metropolitana é o saneamento básico, como a precariedade dos serviços de coleta de resíduos sólidos e de tratamento de esgotos, o que reforça o vínculo entre pobreza e más condições sanitárias.
II O padrão de urbanização da periferia processou-se sem considerar a topografia, a declividade das encostas e o sistema de drenagem, o que implica o aumento dos fatores de risco para a ocorrência de desastres ambientais.
III A periferização da população aumentou o tempo gasto nos deslocamentos casa/trabalho/casa, o que gera intensos fluxos de circulação que sobrecarregam os sistemas de transportes e agravam a poluição do ar.
Está correto o que se afirma em