Para prevenir turistas de ameaças de doenças no Brasil, um estudo conduzido por cientistas da Universidade de Havard analisou as enfermidades mais frequentes contraídas durante viagens ao país. Eles estudaram os prontuários de 1,6 mil pessoas que adoeceram após voltar do Brasil, entre 1997 e 2013, com objetivo de oferecer um panorama do que poderiam enfrentar nos jogos Olímpicos, no verão de 2016. Dentre as doenças mais comuns nos trópicos, estavam a dengue, a malaria e a diarreia. Mas a que apresentou maior percentual dos diagnósticos, 40%, foi a causada pela Larva migrans, bicho geográfico, uma ancilostomíase, normalmente contraída em praias e áreas arenosas úmidas, não protegidas contra dejetos de cães e de gatos. A doença é uma erupção linear serpiginosa, eritematose discretamente elevada e muito puriginosa, que afeta pés, pernas e nádegas e pode ser tratada pelo tiabendazol, entre outros medicamentos prescritos pelo médico.
Levando-se em consideração os aspectos socioculturais da Química, associados a alguns costumes dos cidadãos brasileiros com o ambiente, é correto destacar: