Inclusão digital significa, antes de tudo, melhorar as condições de vida de uma determinada região ou comunidade com ajuda da tecnologia. A expressão nasceu do termo “digital divide”, que em inglês significa algo como “divisória digital”. Hoje, a depender do contexto, é comum ler expressões similares como democratização da informação, universalização da tecnologia e outras variantes parecidas e politicamente corretas.
Em termos concretos, incluir digitalmente não é apenas “alfabetizar” a pessoa em informática, mas também, melhorar os quadros sociais a partir do manuseio dos computadores. Como fazer isso? Não apenas ensinando o “bê-á-bá” do “informatiquês”, mas mostrando como ela pode ganhar dinheiro e melhorar de vida com ajuda da tecnologia.
O erro de interpretação é comum, porque muitos acreditam que incluir digitalmente é colocar computadores na frente das pessoas e apenas ensiná-las a usar “Windows” e pacotes de escritório. A analogia errônea tende a irritar os especialistas e ajuda a propagar cenários surreais da chamada inclusão digital, como é o caso de comunidades ou escolas que recebem computadores novinhos, mas que nunca foram utilizados porque não há telefone para conectar à internet ou porque falta professores especializados.
Disponível em: https://webinsider.com.br. (Adaptado) - Acesso em: 10 /01/2019.
O texto acima nos permite realizar as seguintes considerações: