“Informar é oferecer notícias, que devem conter não só informes mas também noções das coisas. Assim, é possível sermos informados a respeito de eventos, mas também sobre outras realidades que podemos conhecer, embora seja preciso esclarecer logo que informação não é conhecimento e nem um saber no sentido heurístico do termo. Com efeito, a informação por si não implica a compreensão das coisas informadas, pois é possível alguém ser muito bem informado a respeito de muitas coisas, mas ao mesmo tempo não entendê-las. Portanto, quando alguém diz que a informação proporciona somente noções, fala corretamente. E tal fato não deve de modo algum ser considerado um mal, pois o assim chamado saber nocional contribui para a produção do homo sapiens. Mas se não é conveniente menosprezar o conhecimento nocional, tampouco deve ser supervalorizado. Pois, como eu dizia há pouco, acumular noções não implica o fato de entendê-las”
(SARTORI, Giovanni. Homo videns: Televisão e pós-pensamento. Trad.: Antonio Aragonese. Bauru: EDUSC, 2001, p. 64 – [grifos do original]).
Tomando o texto acima em consideração e relacionando-o ao papel da informação na dinâmica democrática atual, pode-se assinalar CORRETAMENTE que:
Tomando o texto acima em consideração e relacionando-o ao papel da informação na dinâmica democrática atual, pode-se assinalar CORRETAMENTE que: