INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto.
TEXTO
Dois caminhos se abriram diante do paulista Marcus
Smolka em 2007, quando ele concluiu o pós-doutorado
no Ludwig Institute for Cancer Research, em San Diego
(EUA).
[5] Um deles era retornar ao Brasil e associar-se a um
centro de pesquisa dotado de espectrômetro de massa,
um equipamento novo, que ele dominava como poucos.
Nesse caso, trabalharia como uma espécie de operador
da máquina, rodando os trabalhos de outros cientistas.
[10] Nas horas vagas, poderia usá-la para dar continuidade
a suas próprias pesquisas. A outra opção era aceitar um
convite da Universidade Cornell, no Estado de Nova York.
Por essa proposta, ganharia um laboratório e teria um
espectrômetro só para si, aos 33 anos de idade.
[15] Para Smolka, nenhuma das duas opções era a ideal.
O que ele queria mesmo era voltar ao Brasil e ter um
espectrômetro. Mas a proposta que apresentou ao Fundo
de Amparo à Pesquisa de São Paulo (Fapesp) esbarrou
no custo do equipamento, da ordem de US$ 1 milhão. O
[20] brasileiro acabou escolhendo Cornell.
Smolka é hoje parte de uma expressiva comunidade
de cientistas brasileiros que estão radicados no Exterior,
produzindo pesquisa de ponta e ajudando a mudar os
rumos do conhecimento. Tradicionalmente encarado
[25] como fuga de cérebros, o fenômeno é, na verdade, uma
tendência global.
Adaptado de: Histórias de cientistas brasileiros ajudam a explicar o fenômeno da exportação de cérebros. Zero Hora, Planeta Ciência. 24/7/2015
Assinale a alternativa correta sobre o emprego das formas verbais no texto.