Já se foi o tempo em que fumar era sinal de liberdade e independência. Esse hábito foi sensivelmente incrementado nos jovens pela indústria cinematográfica de Hollywood, numa época em que a Medicina não tinha condições de verificar os males que o cigarro causa à saúde. Hoje em dia, os não-fumantes são a maioria da população e seria um contra-senso se fosse diferente. Os meios de divulgação também foram importantes na mudança de comportamento, pois detalham tim-tim por tim-tim os mal-feitos que o fumo pode causar ao coração. No dia-a-dia, devemos estar atentos para o que é nocivo e o que é benéfico a nossa saúde pessoal. (MADEIRA, Mauro Frederico. Crônicas do cotidiano impossível, p. 37. Texto adaptado.)
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