José Veríssimo (1857-1916), ficcionista e etnógrafo paraense, retrata as crenças dos indígenas amazônicos nos seguintes termos: “O selvagem brasileiro, quer a grande família tupi-guarani, quer a tapuia, estava em religião, no período fetichista, quando teve lugar a descoberta. Possuíam apenas um supernaturalismo ou animismo inicial, vago, sem crenças definidas. Ainda aos mitos que o medo, a má observação dos fenômenos, a explicação por força mal dirigida das causas, faziam nascer no seu espírito infantil, não revelava votar outro culto senão o do terror, esse mesmo momentâneo, pois que, cessada a causa dele, tratavaos com profunda indiferença.”
(VERÍSSIMO, José. Estudos amazônicos. Belém: EDUFPA, 1970. p. 54).
Sob a perspectiva de Veríssimo, a alternativa que exemplifica a presença do mito no cotidiano amazônico é: