Leia a notícia abaixo, de 27 de fevereiro de 2022:
Assembleia Geral da ONU aprova resolução que condena a Rússia por invasão à Ucrânia
O Brasil foi um dos 141 países que votaram a favor. Foram cinco votos contrários e 35 abstenções.
Esta reunião extraordinária da Assembleia-Geral da organização é uma atitude “mais simbólica do que prática”, avalia Bárbara Motta, professora da UFS.
Nesse sentido, ela acredita que o simbolismo da decisão “importa”, mostrando uma coesão da comunidade internacional em relação aos atos da Rússia. “A ONU nunca vai ser capaz de coibir uma atuação de grandes potências, não foi capaz de fazer isso na invasão do Iraque pelos EUA em 2002 ou agora com a Rússia”, diz, mas o cenário gera um “debate”. A situação, diz Motta, reforçou questionamentos sobre a efetividade da ONU e sua capacidade de evitar conflitos, assim como “em que medida é sustentável ter uma organização internacional em que um grupo seleto de países possui poder de veto. As dinâmicas de poder hoje são muito diferentes da do pós-Segunda Guerra Mundial, quando a instituição foi criada, e nos próximos 50 anos também vão ser diferentes.
Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/reuniao-da-assembleia-geral-da-onu-e-mais-simbolicaque-pratica-diz-especialista/. Acesso em: 24 Maio 2022.
A professora entrevistada afirma que a resolução da Assembleia Geral da ONU que condena a invasão russa à Ucrânia tem efeitos mais simbólicos que práticos, pois