Leia a seguir.
Se lá do céu a fina chuva a nós vier.
Devolverá coloração aos vegetais.
Vem como bênção às savanas tropicais.
Se a ambição da humanidade assim quiser.
Mineração, desmatamento, o que houver.
Tudo que vai talvez não volte nunca mais.
Não se destroem ecossistemas tão globais.
Em prol do lucro que o agronegócio quer.
Geovane Alves de Andrade.
Fonte: simposio.cpac.embrapa.br/simposiopc210/outros/poesias.pdf. Acesso em: 12/2/19.
O texto faz referência a um dos biomas brasileiros, identificado no mapa pelo número