Leia alguns versos do poema “Pauliceia Desvairada”, de Mário de Andrade.
“Morte à gordura!
morte às adiposidades cerebrais!
Morte ao burguês-mensal!
ao burguês-cinema! ao burguês-tílburi!
Padaria Suissa! Morte viva ao Adriano!
‘–Ai, filha, que te darei pelos teus anos?
– Um colar... – Conto e quinhentos!!!’
(...) Fora! Fu! Fora o bom burguês!...”
O poema foi recitado durante a Semana de Arte Moderna de 1922. No período em questão