Leia atentamente as estrofes I e II para responder à questão.
Estrofe I
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
Luís de Camões (Lisboa 1524 - Lisboa 1580?)
Estrofe II
Ardor em firme coração nascido!
Pranto por belos olhos derramado!
Incêndio em mares de água disfarçado!
Rio de neve em fogo convertido!
Gregório de Matos (Salvador, 1636 - Recife1696?)
Ao comparar as estrofes I e II, dos respectivos poetas, pode-se afirmar que: