Leia atentamente o excerto a seguir:
“... Pois, como nessa estrofe, o pobre........................, ao regressar da praia da Ericeira em Outubro, no Outono, avistou .............................. , uma noite no terraço, à luz da Lua! O meu amigo nunca contemplou aquele precioso tipo de encanto Lamartiniano.Alta, esbelta, ondulosa, digna da comparação bíblica da palmeira ao vento. Cabelos negros, lustrosos e ricos, em bandós ondeados. Uma carnação de camélia muito fresca.Olhos negros, líquidos, quebrados, tristes, de longas pestanas... Ah! Meu amigo, até eu, que já então laboriosamente anotava Hegel, depois de a encontrar numa tarde de chuva esperando a carruagem à porta do Seixas, a adorei durante três exaltados dias e lhe rimei um soneto!...”
A única alternativa que preenche corretamente a lacuna para dar coerência ao excerto destacado é: