Leia atentamente o trecho abaixo:
“Olhei para meu tio: o nobre velho tinha os olhos cheios de lágrimas. Depois de um curto silêncio, disse-me:
- Eis aí, pois a santa mártir, meu sobrinho: quando ela nasceu, um povo inteiro saudou-a, como fonte inesgotável de toda a sua felicidade; como o elemento poderoso de sua grandeza futura; saudou-a com entusiasmo e a fé com que os hebreus receberam as Doze Tábuas da Lei: Pobre mártir! Não a deixaram nunca fazer o bem que pode: apunhalaram-na, apunhalaram-na ainda hoje todos os dias, e entretanto cobrem-se com seu nome, e fingem amá-la os mesmos sacrílegos que a desrespeitam, que a ferem, que a pisam aos pés!...” (p. 24-25)
Com base na leitura de “A carteira de meu tio” (MACEDO, Joaquim Manuel de, 2 ed. Porto Alegre, RS: L&PM, 2010), é CORRETO afirmar que uma das alternativas abaixo explica as ideias a que esta passagem se refere: