Leia:
"Em termos de inúmeras teorias da comunicação e do senso-comum, um mapa é uma abstração científica da realidade. Um mapa apenas representa algo que já existe objetivamente 'ali'. Na história que eu apresentei, essa relação estava invertida. Um mapa antecipava a realidade espacial, e não viceversa (...) um mapa era modelo para o que (e não um modelo do que) se pretendia representar..."
(Thongchai WINICHAKUL. Siam Mapped [Sião mapeado] In Benedict Anderson. Comunidades Imaginadas: São Paulo: Companhia das Letras, 2008. p. 237)
Essa provocadora afirmação do autor estimula uma reflexão sobre uma linguagem bastante comum nas aulas de geografia: o mapa. Sobre esse tipo de representação é possível dizer que