Leia este trecho de um livro sobre leis, escrito pelo proprietário de uma siderúrgica inglesa do século XVIII:
“Com a finalidade de detectar a preguiça e a vilania, bem como recompensar os justos e diligentes, achei conveniente criar um registro de tempo feito por um supervisor; assim determino, e fica pelo presente determinado, que das cinco às oito horas e das sete às dez horas são quinze horas, das quais se tira 1,5 para o café da manhã, o almoço, etc. Haverá, portanto, treze horas e um serviço semi-regular [...]
Toda manhã, às cinco horas, o diretor deve tocar o sino para o início do trabalho, às oito horas para o café da manhã, depois de meia hora para o retorno ao trabalho, ao meio-dia para o almoço, à uma hora para o trabalho e às oito para o fim do expediente, quando tudo deve ser trancado”.
(Citado em: THOMPSON, E. P. Costumes em comum. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.)
Considerando o trecho dado, pode-se dizer que o proprietário