Leia este trecho que descreve o perfil típico do escravo brasileiro do século XXI.
“É um migrante maranhense, do Norte de Tocantins ou Oeste do Piauí, de sexo masculino, analfabeto funcional, que foi levado para as fronteiras móveis da Amazônia, em municípios de criação recente [...]. É importante observar que existem fluxos, manchas e modalidades expressivas – e igualmente graves – de trabalho escravo em outras regiões – principalmente no Centro-Oeste e Nordeste – e em outros setores, mas o perfil acima referido é decididamente majoritário.”
(Atlas do Trabalho Escravo no Brasil, 2009, p. 12)
Naquele espaço nacional em que o perfil descrito é decididamente majoritário, o trabalho escravo NÃO se vincula