Leia o Canto III de O navio negreiro, de Castro Alves.
Desce do espaço imenso, ó águia do oceano!
Desce mais ... inda mais... não pode olhar humano
Como o teu mergulhar no brigue voador!
Mas que vejo eu aí... Que quadro d’amarguras!
É canto funeral! ... Que tétricas figuras!
... Que cena infame e vil... Meu Deus! Meu Deus! Que horror!
(Castro Alves. Navio Negreiro. www.dominiopublico.gov.br)
Nesse canto, a expressão “águia do oceano” simboliza