Leia o excerto a seguir.
[...]
A chuva caía meticulosamente, sem pressa de cessar. A palha do rancho porejava água, fedia a podre, derrubando dentro da casa uma infinidade de bichos que a sua podridão gerava. Ratos, sapos, baratas, grilos, aranhas, —
o diabo refugiava-se ali dentro, fugindo à inundação, que aos poucos ia galgando a perambeira do morrote. [...]
Disponível em: https://contobrasileiro.com.br/nhola-dos-anjos-e-a-cheia-do-corumbaconto-de-bernardo-elis/. Acesso em: 20 set. 2019 .
Esse trecho, extraído do conto de Bernardo Élis, Nhola dos Anjos e a Cheia do Rio Corumbá, refere-se